16 Julho 2009

Audi Quattro Sport - W. Rohrl - C. Geistdorfer (Rali de Monte Carlo de 1985)

Esta miniatura pertence à colecção Rallye Monte-Carlo – Os Carros Míticos (Fasc. nº 14).
Hoje relembro o Audi Quattro Sport, que anteriormente já foi tema de um post aqui no Quatro Rodinhas.
O Audi Quattro Sport estreou-se na Volta à Córsega de 1984 contudo Walter Rohrl (alemão) foi obrigado a desistir com problemas no motor. Apesar das melhorias em relação ao modelo anterior, o Audi Quattro Sport revelou-se pouco fiável. As diferenças mais significativas entre os dois modelos eram: uma menor distancia entre eixos e uma maior largura, o que o significava maior agilidade nas provas com curvas lentas. O motor também sofreu algumas alterações que levaram a um aumento da potência gerada, que passou dos 370 cv para os 410 cv. A caixa de seis velocidades procurava aproveitar melhor a curva de binário útil disponível. O Audi Quattro Sport impressionava pela seu poder de aceleração o que o tornava num dos carros mais difíceis de pilotar.
A única vitória do Audi Quattro Sport aconteceu no Rali da Costa do Marfim de 1984 com Stig Blomqvist (sueco), que se sagraria campeão no final do campeonato. A equipa Audi ainda iniciou a época de 1985 com este modelo mas não voltou a vencer outro rali. Sensivelmente a meio do campeonato estreou o Audi Quattro Sport S1 (uma verdadeira bomba na época) mas o Peugeot 205 T16 revelava-se já inalcançável. A miniatura apresentada é o Audi Quattro Sport com o qual Walter Rorhl disputou o Rali de Monte de Carlo de 1985. O piloto alemão não conseguiu fazer face ao Peugeot 205 T16 de Ari Vatanen (finlandês) e acabou por ficar em segundo lugar.
Esta miniatura apresenta algumas melhorias em relação à anterior: interiores com cintos; os piscas não são pintados; os farolins traseiros estão mais detalhados; antena; e pormenor nas jantes. Por outro lado os pneus não dispõem da marca Michelin.Walter Rorhl a 7 nasceu a de Março de 1947 na Alemanha. É considerado por muitos dos adeptos que o viram correr como o melhor piloto de ralis de sempre e isto apesar de apenas ter vencido 14 ralis. A sua primeira vitória foi no Rali da Acrópole de 1975 num Opel Ascona. A última vitória foi em 1985 com o Audi Quattro Sport S1 no Rali de San Remo. Rorhl sagrou-se Campeão do Mundo de Ralis em 1980 (Fiat 131 Abarth) e 1982 (Opel Ascona 400). Venceu por quatro vezes o Rali de Monte Carlo com quatro carros diferentes: em 1980 com o Fiat 131 Abarth; em 1982 com o Opel Ascona 400; em 1983 com o Lancia 037 e em 1984 com o Audi Quattro. Abandonou os ralis em 1987.

12 Julho 2009

Porsche 911 SC - G. Fréquelin - J.-F. Fauchile (Rali de Monte Carlo de 1982)


Esta miniatura pertence à colecção Rallye Monte-Carlo – Os Carros Míticos (fasc. nº 5).
Em 1982 a vitória da Porsche (Jean-Pierre Nicolas num 911 Carrera RS) no Monte Carlo 4 anos antes ainda estava na memória de muita gente e havia alguma esperança que os Porsche 911 SC pudessem causar alguma surpresa na concorrência. Mas haveriam de se debater com um adversário de peso que dominava os ralis: o Audi Quattro.
O Porsche 911 SC dispunha de um motor de 3.0 litros (2994 cc) que debitava 300 cavalos de potência às 8200 rotações. Era potente mas pouco resistente nas estradas de mau piso dos ralis. Por outro lado adaptava-se muito bem aos ralis disputados em asfalto. A prova disso foi a vitória de Jean-Luc Thérier (francês) na Volta à Córsega de 1980 num Porsche 911 SC.
O envolvimento da Porsche nos ralis foi sempre feito através das equipas privadas e este ano de 1982 não foi diferente. O Rali de Monte Carlos de 1982 tive a participação de dois Porsche 911 SC cuja preparação este a cargo dos irmãos franceses Almeras. Guy Fréquelin e Jean-Luc Thérier foram os dois pilotos franceses que disputaram o rali monegasco com os 911 SC. Tanto Fréquilin como Thérier lutaram pelas primeiras posições contra os Audi de Michelle Mouton (francesa) e Hannu Mikkola (finlandês) e o Opel de Walter Rohrl (alemão). Contudo o vencedor acabou por ser Walter Rohrl num Opel Ascona 400 graças a algumas contrariedades sofridas pelos pilotos da Audi. No diz respeito aos pilotos dos Porsche, tanto Thérier como Fréquelin realizaram provas bastante interessantes, chegando mesmo a vencer algumas especiais. Thérier terminou num excelente terceiro lugar enquanto Fréquelin terminava em quarto, após ter recuperado de uma penalização de 12 minutos por ter reparado a bomba de gasolina.
Esta miniatura representa o Porsche 911 SC com o qual Guy Fréquelin conseguiu o quarto lugar no Rali de Monte Carlo de 1982.

Guy Fréquelin nasceu a 2 de Abril de 1945 em França. A sua carreira teve início a meio da década de sessenta. A carreira no Mundial de Ralis prolongou-se até 1987. Apenas conseguiu uma vitória (Rali da Argentina de 1981 num Talbot), contudo obteve vários pódios. O seu melhor ano foi precisamente o ano de 1981 tendo sido vice-campeão. No ano seguinte também ficou em segundo lugar no Europeu de Ralis. Guy Fréquelin foi campeão francês de ralis em três ocasiões: 1977 (Renault-Alpine A310), 1983 e 1985 (Opel Manta 400). Em 1988 sagrou-se campeão francês de Rallycross com o Peugeot 215 T16. É de salientar que Guy Fréquelin conta na sua carreira com algumas participações nas 24 Horas de Le Mans: em 1977 e 1978 com o Alpine-Renault A442 e em 1981 num WM P79/80 Peugeot. O melhor resultado com alcançou foi o quarto lugar em 1978 com o A442.
Foi contudo, depois da carreira de piloto, que Fréquelin alcançou os maiores sucessos da sua vida. Como chefe da equipa Citroen Sport, conquistou 3 títulos de construtores (2003 a 2005) e 4 de pilotos (2004 a 2007 com Sébastien Loeb). No final de 2007 Fréquelin decidiu que estava na altura de se retirar e deixou a chefia da equipa Citroen Sport.

08 Julho 2009

Ferrari 330 P4 (1967)

Esta miniatura pertence à colecção Ferrari – O Mito.
A colecção é composta por 20 miniaturas Ferrari, saiu aos sábados com os jornais Diário de Notícias e O Jogo. O texto que vou publicar foi retirado do fascículo nº 8 que acompanha a miniatura:

Modelo Ferrari 330 P4 – Ano 1967
Baixíssimo, com uma carroçaria que parece moldada sobre rodas, o 330 P4 é o próprio símbolo do domínio da Ferrari nas corridas de resistência dos anos Sessenta. Foi este mesmo Vermelho que humilhou a concorrência com a famosa chegada em parada nas 24 Horas de Daytona: os três carros cortaram a meta em paralelo, uma ideia genial do então director desportivo Franco Lini. Em nome da verdade, deve dizer-se que o 330 P4 é esteticamente muito parecido com o 330 P3, como testemunho da subtil e continua evolução a que Enzo Ferrari submetia todos os seus carros de corrida. O P4 de 1967 apresentava no entanto uma grande novidade, um motor V12 ainda mais potente graças às três válvulas por cilindro e à alimentação com o sistema de injecção Lucas. Em relação ao 330 P3, o chassis era ligeiramente mais curto e possuía suspensões novas que melhoravam o desempenho. O motor alcançava os 3.967,44 cc e debitava 450 cv, ao passo que suspensões eram em quadriláteros deformáveis, muito sofisticadas para a época.

O Projecto Estilístico
É apenas um pequeno spoiler ascendente mas o suficiente para dar uma maior estabilidade a alta velocidade e melhorar o coeficiente aerodinâmico.
Imediatamente a seguir à minúscula porta foi projectada uma gigantesca entrada de ar que permitia ao grande motor 12 cilindros respirar melhor.
Eis as saídas de ar no capot: permitiam a saída rápida do ar logo após o arrefecimento dos radiadores.
O nariz arredondado tinha um defeito: tinha tendência a aligeirar a direcção a velocidades muito elevadas. Bastou acrescentar estes pequenos “bigodes” para que o problema ficasse resolvido.
In fascículo nº 8.

02 Julho 2009

Ferrari 275 GTB (1964)

Esta miniatura pertence à colecção Ferrari – O Mito.
A colecção é composta por 20 miniaturas Ferrari, saiu aos sábados com os jornais Diário de Notícias e O Jogo. O texto que vou publicar foi retirado do fascículo nº 4 que acompanha a miniatura:

Modelo Ferrari 275 GTB – Ano 1964
Era tão belo que o próprio Pinin, fundador da Pininfarina, se apaixonou por ele e depois de o desenhar escolheu-o para seu carro pessoal. Difícil criticar o genial designer: o 275 GTB com o seu nariz muito comprido, a traseira plana e uma proporção de formas praticamente perfeita, era de facto uma verdadeira obra-prima que nos anos Sessenta provocou um grande furor e se tornou um sucesso imediato: em apenas um ano foram vendidas 250 unidades, um recorde. Mas o 275 GTB não era só design: neste carro estreou-se, pela primeira vez na Ferrari, a suspensão traseira independente e a caixa de 5 velocidades, montadas no eixo traseiro para uma melhor distribuição de massas. O motor era um 12 cilindros em V de 280 cv. Em 1966 chega a verdadeira e autentica segunda série, com o eixo de transmissão instalado num tubo rígido, de modo a alinhar na perfeição o motor e a ponte traseira e um novo nariz, mais fino e recto: o 275 GTB fica ainda bonito e são produzidos (entre a primeira e a segunda série) no seu conjunto 450 unidades.

O Projecto Estilístico
Na traseira do 275 GTB havia um pequeno spoiler interno com a forma de baú: tinha por função oferecer maior estabilidade a altas velocidades. De facto, o 275 GTB podia atingir os 260 km/h.
(As entradas de ar lateriasi) Lembram as guerlas de um tubarão: uma pequena obra-prima de Pininfarina que ofereceu ao 275 GTB uma agressividade desconhecida dos seus adversários.
A segunda série do 275 GTB é caracterizada por uma grande bossa no capôt do motor, um pormenor que torna o carro ainda mais agressivo.
O grande farol blindado possibilitou construir um nariz mais comprido sem prejudicar a aerodinâmica do carro.
In fascículo nº 4.

23 Junho 2009

Mitsubishi Lancer Evolution VII - F. Peres - J. Silva (Rali de Portugal de 2004)

Esta miniatura pertence à colecção Os Nossos Campeões de Ralis.
Fernando Peres participou no Rali de Portugal de 2004 com um Mitsubishi Lancer Evo VII mas nada pode fazer face ao vencedor Armindo Araújo no Citroen Saxo Kit Car. Fernando Peres teve um furo que lhe condicionou a prova e no final apenas conseguiu o terceiro lugar, atrás de Araújo e de Pedro Leal (Subaru).
A miniatura é o Mitsubishi Lancer Evo VII de Fernando Peres no Rali de Portugal de 2004.
O Mitsubishi Lancer Evo VII surgiu em 2001 e teve ainda mais duas versões: o Mistubishi Lancer Evo VII WRC2 (uns meses mais tarde) e em 2002 surge o Mitsubishi Lancer Evo VII FQ-300. Não sei qual é a versão que está representada em miniatura.

Continuação do Campeonato do Mundo de Ralis de 2004
Os três ralis que se seguiram podiam ter representado a recuperação de Peter Solberg (norueguês) no campeonato caso Sébastien Loeb não tivesse obtido bons resultados, isto é, Solberg venceu essas três provas e Loeb classificou em segundo lugar nesses ralis. No Rali do Japão (nova prova do WRC) e no Rali de Gales o pódio foi o mesmo: 1º Solberg (Subaru), 2º Loeb (Citroen) e 3º Markko Martin (Ford). No Rali da Sardenha, que substituía o San Remo, Solberg vence o terceiro rali consecutivo, com Loeb em segundo e Carlos Sainz (Citroen) em terceiro. Assim com 3 segundos lugares Loeb evitou que Solberg, com 3 vitórias, não recuperasse mais do que 6 pontos.
Na Volta à Córsega Loeb teve a sua primeira oportunidade de vencer o campeonato e não o deixou de o fazer. A duas provas do final da época Loeb sagrava-se campeão ao terminar em segundo lugar, atrás do Ford de Markko Martin. A Citroen também se sagrava virtual campeã na Córsega.
Com duas provas para disputar e com os títulos entregues, o campeonato perdeu interesse. O Rali da Catalunha representou a retirada de Carlos Sainz dos ralis. A vitória foi para Martin, seguido do finlandês Marcus Gronholm (Peugeot) e de Sainz (Citroen). Na última prova do ano, o Rali da Austrália, Sébastien Loeb fechou o campeonato da melhor maneira, com uma vitória.
Loeb venceu o seu primeiro título com 118 pontos (seis vitórias), Solberg foi o vice-campeão com 82 pontos (cinco vitórias). A Citroen renovou o título com 194 pontos (sete vitórias) e a Ford foi a segunda classificada com 143 pontos (três vitórias). A Subaru venceu cinco ralis e a Peugeot apenas um.

18 Junho 2009

Mitsubishi Lancer Evolution VI - R. Teodósio - P. Primaz (Rali de Portugal de 2004)

Esta miniatura pertence à colecção Os Nossos Campeões de Ralis.
Ricardo Teodósio esteve presente no Rali de Portugal de 2004, que novamente apenas contava para o nacional de ralis, com o Mitsubishi Lancer Evolution VI e era um dos candidatos à vitória no Grupo Produção. Na luta pela vitória absoluta, o Citroen SAxo Kit Car e Armindo Araújo não deram hipótese à concorrência, liderando do primeiro ao último troço.
A miniatura representa o Mitsubishi Lancer Evolution VI de Ricardo Teodósio no Rali de Portugal de 2004. Contudo Ricardo Teodósio não foi feliz nesta prova porque foi obrigado a desistir ao não conseguir efectuar a mudança da caixa de velocidades do seu carro.

Outros posts sobre o Mitsubishi Lancer Evolution VI: ver aqui e aqui.

Continuação do Campeonato do Mundo de Ralis de 2004
Dando sequência ao domínio no último rali, Peter Solberg (norueguês) e o seu Subaru Impreza WRC conseguiram vencer de forma convincente no sempre difícil Rali da Acrópole. Sébastien Loeb (francês) terminou em segundo lugar com o Citroen Xsara WRC.
No Rali da Turquia Loeb venceu mas ainda apanhou um susto no último troço visto que ficou sem uma roda acabando o rali com o carro sobre três rodas. O finlandês Marcus Gronholm, da Peugeot, foi o segundo classificado. Solberg foi o terceiro.
Carlos Sainz (espanhol) conseguiu, no Rali da Argentina, a sua 26ª e última vitória na carreira. O seu colega de equipa, Loeb, não conseguiu fazer frente ao espanhol e ficou em segundo lugar. Foi a primeira e única dobradinha da Citroen na presente temporada.
Finalmente no Rali dos Mil Lagos o Peugeot 307 WRC venceu o seu primeiro rali. Marcus Gronholm foi o piloto que conseguiu esse feito para a marca francesa. Markko Martin (estónio) conseguiu o segundo lugar para Ford.
O Rali da Alemanha serviu para Loeb consolidar a sua liderança no campeonato. O francês da Citroen dominou a prova completamente e aproveito o facto da concorrência ter ficado fora de combate. A segunda posição foi para François Duval (belga) com o Ford Focus WRC.
Depois de decorridos 10 ralis, Loeb liderava entre os pilotos enquanto que no mundial de marcas era a citroen quem líderava.
(continua)

16 Junho 2009

Citroen C2 Sport - M. Fuster - J. V. Medina (Rali Rias Baixas de 2004)

Esta miniatura pertence à colecção RallyCar Collection.
A Citroen apresentou o novo utilitário, o C2, substituto do Saxo, no Salão de Frankfurt de 2003 e no ano seguinte o Citroen C2 já estava a ser utilizado nos ralis. O conceito utilizado era o mesmo do Saxo Super 1600. Assim o Citroen C2 Sport debitava uma potência de 155 cavalos, com um motor de 1587 cc e apenas 950 kg de peso. Com esta fórmula (categoria júnior) a Citroen mantinha o programa de formação de pilotos, do qual o resultado mais visível é o francês Sébastien Loeb.
A miniatura hoje apresentada representa o Citroen C2 Sport de Miguel Fuster (espanhol) no Rali Rias Baixas de 2004. Foi neste rali que se estreou o Citroen C2 Sport. Miguel Fuster, campeão espanhol de 2003, não conseguiu fazer melhor do que o terceiro lugar final. Tudo se ficou a dever a uma má escolha de pneus no inicio do rali. Fuster perdeu algum tempo para os primeiros mas corrigido o erro conseguiu recuperar até à terceira posição.

Campeonato do Mundo de Ralis de 2004
A temporada de 2004 começou com a impressão que esse ano seria quase impossível bater a Citroen e Sébastien Loeb. Os dois ralis iniciais, Monte Carlo e Suécia, foram palco da excelente forma de Loeb. O piloto francês da Citroen dominou a concorrência a obteve duas vitórias concludentes: Loeb não cometeu erros. Markko Martin (estónio), piloto da Ford, terminou em segundo lugar no Monte Carlo. Na Suécia, o segundo classificado foi Marcus Gronholm (finlandês) num Peugeot 307 WRC. A vitória de Loeb na Suécia foi a primeira de um piloto não-nórdico.
No Rali do México, que pela primeira vez fazia parte do WRC, e que a partir de agora havia a obrigatoriedade de escolher antecipadamente os pneus que se iriam utilizar, vimos o domínio Peter Solberg (norueguês) no novo Subaru Impreza WRC mas que infelizmente não venceu porque foi penalizado devido ao seu carro não ter arrancado à saída do parque fechado. Gronholm e Loeb também tiveram problemas e isto significou que a Ford conseguisse uma inesperada vitória, com Martin e François Duval (belga) em primeiro e segundo lugar respectivamente.
O Rali da Nova Zelândia serviu para mostrar que o novo Subaru era de facto um carro a ter em conta e que o domínio no México não tinha sido um acaso. A luta entre Solberg e Gronholm durou até ao final do rali, tendo os dois pilotos alternado na liderança várias vezes. Mas quem saiu vencedor foi a Subaru e Peter Solberg com Gronholm em segundo lugar. Markko Martin com o terceiro lugar obtido liderava o campeonato.
No Rali do Chipre, Marcus Gronholm teria obtido a primeira vitória do Peugeot 307 WRC mas o finlandês acabou por ser desclassificado por irregularidades na bomba de água. Assim a vitória foi para Loeb, seguido de Martin (Ford) e do espanhol Carlos Sainz (Citroen). Com esta vitória, Loeb assumiu a liderança no campeonato. No Mundial de Marcas era a Ford que liderava.
(continua)